الجمعة، 13 سبتمبر 2019

كارلوس ماريجيلا

كارلوس ماريجيلا (5 ديسمبر 1911-4نوفمبر 1969) ماركسي ثوري من البرازيل وكاتب شيوعي من أهم كتاب الحركة الثورية المسلحة في أمريكا اللاتينية صاحب اسهامات مهمة في الفكر الماركسي اللينيني الثوري ومن أشهر كتبه دليل حرب العصابات في المدن وهو كتيب يعلم الطرق العسكرية من أجل اسقاط الأنظمة الاستبدادية العسكرية العميلة للولايات المتحدة الأمريكية . على عكس تشي جيفارا المتأثر بفكر الرئيس الصيني ماو تسي تونغ كان ماريجيلا يؤمن بحرب العصابات في المدن وليس فقط بالريف واعتبر أهميتها كأساس للتمرد على الأنظمة العسكرية وكان يرى أن تحويل الصراع السياسي إلى صراع مسلح من أهم أسس إسقاط الأنظمة العسكرية التي وصفها بالفاشية.
سيرته
ولد ماريجيلا في السلفادور في البرازيل في باهيا وكان ينحدر من عائلة ذات أصول إيطالية من المهاجرين ومن جهة والده ينحدر من العبيد الذين جلبهم المستعمر الأبيض إلى العالم الجديد والدته من أصول سودانية أنهي دراسته في معهد البوليتيكنك عام 1934 وحاول اخذ شهادة البكالوريوس في الهندسة المدنية وانتسب إلى الحزب الشيوعي البرازيلي اعتقل عام 1932 وفي عام 1939 تعرض للسجن حتى عام 1945 تعرض خلالها لأصناف التعذيب الوحشي. زار الصين بدعوة من اللجنة المركزية للحزب الشيوعي الصيني بقيادة ماو تسي تونغ بين عامي 1953 و 1954 اعتقل مجدداً عام 1964 من قبل عناصر الشرطة السياسية الذين اطلقوا عليه الرصاص وأصابوه

العمل الثوري واغتياله
شارك نظرياً وعملياً في الحركات المسلحة التي قامت ضد الحكم العسكري وشاركت مجموعته الثورية مع حركة 8 أكتوبر الثورية باختطاف السفير الأمريكي تشارلز بيرك وقررت الدوائر السياسية والعسكرية التخلص منه فاغتالته صباح يوم 4 نوفمبر عام 1969 في كمين أعدته الشرطة السياسية وتم قتله في سيارته

رمزية ماريجيلا
يعتبر ماريجيلا من أباء الحركة الثورية المسلحة في أمريكا اللاتينية على غرار تشي جيفار و أبيمال غوزمان استقال من الحزب الشيوعي البرازيلي((CPB وساهم بتشكيل حزب شيوعي (PCB) ومنظمة فعل التحرير الوطني Ação Libertadora Nacional (ALN) في الحزب الشيوعي الثوري الذي شارك بتأسيسه كان ماريجيلا يرفض العمل السياسي كأساس لحركته وتأكيد العمل الثوري المسلح رافضاً التيار الإصلاحي المنتسب للمؤتمر العشرين للحزب الشيوعي البلشفي السوفييتي ومتأثراً بالتعاليم الماركسية اللينينية للزعيم الصيني ماوتسي تونغ إلا أنه طور أساليباً متوافقة مع المجتمع البرازيلي. يعد رمزاً من رموز الشيوعية الثورية وملهماً للحركات المسلحة التي كافحت حتى إسقاط الحكم الديكتاتوري ووصول اليسار إلى السلطة في البرازيل وتعتبر رئيسة البرازيل ديما روسلوف من العناصر التي شاركت في شبابها بالحركات المسلحة التي أسس لها ورسخ تعاليمها ماريجيلا

Marighella

Carlos Marighella (Salvador, 5 de dezembro de 1911 — São Paulo, 4 de novembro de 1969) foi um político, escritor e guerrilheiro comunista marxista-leninista brasileiro.[1]

Um dos principais organizadores da luta armada contra a ditadura militar brasileira (1964–1985), Marighella chegou a ser considerado o inimigo "número um" do regime. Foi cofundador da Ação Libertadora Nacional, organização de caráter revolucionário.
Biografia
Carlos Marighella foi um dos sete filhos de uma família pobre de Salvador. Seu pai era o imigrante italiano Augusto Marighella, operário metalúrgico, mecânico e ex-motorista de caminhão de lixo que chegara a São Paulo e se transladara à Bahia. Sua mãe era a baiana e ex-empregada doméstica Maria Rita do Nascimento, negra e filha livre de escravos africanos trazidos do Sudão (negros hauçás). Nasceu em Salvador no dia 5 de dezembro de 1911, residindo na Rua do Desterro 9, Baixa do Sapateiro, onde concluiu o seu curso primário e o secundário.
Augusto Marighella veio ao Brasil fazer companhia à sua mãe, que saíra da Itália para São Paulo depois de tornar-se viúva. Tendo sua mãe casado de novo, Augusto mudou-se para Salvador aos vinte e dois anos de idade, no dia 4 de novembro de 1907. Procurava trabalho como metalúrgico, mas se empregou como motorista e mecânico de caminhão de lixo. Conheceu Maria Rita em 1908, ainda como empregada doméstica, trabalhando para uma família francesa aos vinte anos de idade. Os pais de Carlos mudaram-se para uma casa na Rua da Fonte das Pedras, perto do dique do Tororó, onde sua mãe lhe dera à luz na madrugada de uma terça feira e, tempos mais tarde, à irmã de Carlos Marighella, Anita Marighella. Mudaram-se para Barão do Desterro cerca de três anos mais tarde, onde Augusto adquiriu uma oficina mecânica ao lado da nova casa e Carlos Marighella passaria toda a infância.[5]

Com incentivo do pai, Carlos Marighella se alfabetizara cedo, na idade de quatro anos. Seu pai fomentava a leitura de Carlos com livros nacionais e importados, sobretudo autores franceses. Chegou a reformar seu escritório a fim de servir para Carlos como sala de estudos. Inscreveu-se no primeiro ano em 1925 no colégio Carneiro Ribeiro, no Largo da Soledade, onde terminou o curso com treze anos e mudou-se para o Ginásio da Bahia, atual Colégio Central, na Avenida Joana Angélica. Lá ficou conhecido por responder uma prova de física em versos, o exame foi exposto no colégio até a concretização do golpe de 64.[7][8]

Em 1934 abandonou o curso de engenharia civil da Escola Politécnica da Bahia para ingressar no PCB.[9][6] Tornou-se então, militante profissional do partido e se mudou para o Rio de Janeiro, trabalhando na reorganização do PCB.[10]

Conheceu a prisão pela primeira vez em 1932, após escrever um poema contendo críticas ao interventor Juracy Magalhães. Libertado, prosseguiria na militância política, interrompendo os estudos universitários no terceiro ano, em 1934, quando deslocou-se para o Rio de Janeiro.[6]

Em 1º de maio de 1936, durante a ditadura na Era Vargas, foi preso por subversão e torturado pela polícia subordinada a Filinto Müller. Permaneceu encarcerado por um ano. Foi solto pela "macedada" (nome da medida tomada pelo ministro da Justiça José Carlos de Macedo Soares, que libertou os presos políticos sem condenação). Ao sair da prisão entrou para a clandestinidade, sendo recapturado em 1939 e novamente torturado, permanecendo na prisão até 1945, quando foi beneficiado com a anistia do processo de redemocratização do país.[6]

Elegeu-se deputado federal constituinte pelo PCB baiano em 1946.[6] Nesse período teve um breve relacionamento com Elza Sento Sé, operária da Light, com quem teve um filho, Carlos Augusto Marighella, nascido a 22 de maio de 1948 no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, Marighella voltou a perder o mandato, em virtude da nova proscrição do partido. Voltou para a clandestinidade e ocupou diversos cargos na direção partidária. Convidado pelo Comitê Central do Partido Comunista da China, passou os anos de 1953 e 1954 naquele país, a fim de conhecer de perto a então recente revolução comunista chinesa. Em maio de 1964, após o golpe militar, foi baleado e preso por agentes do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) dentro de um cinema, no Rio. Libertado em 1965 por decisão judicial, no ano seguinte optou pela luta armada contra a ditadura, escrevendo A Crise Brasileira. Em dezembro de 1966, renunciou à Comissão Executiva Nacional do PCB. Em agosto de 1967, participou da I Conferência da Organização Latino-Americana de Solidariedade (OLAS), realizada em Havana, Cuba, a despeito da orientação contrária do PCB. Aproveitando a estada em Havana, redigiu Algumas Questões Sobre a Guerrilha no Brasil, dedicado à memória do guerrilheiro Che Guevara e tornado público pelo Jornal do Brasil em 5 de setembro de 1968. Foi expulso do partido em 1967 e em fevereiro de 1968 fundou o grupo armado Ação Libertadora Nacional (ALN), que no ano seguinte participaria do sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick, em uma ação conjunta com o Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8).[11]

Com o recrudescimento do regime militar, os órgãos de repressão concentraram esforços em sua captura. Na noite de 4 de novembro de 1969, Marighella foi surpreendido por uma emboscada na alameda Casa Branca, na capital paulista, sendo morto a tiros por agentes do DOPS, em uma ação coordenada pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury. A ALN continuou em atividade até o ano de 1974 e teve no seu comando Joaquim Câmara Ferreira, como sucessor de Marighella. Câmara Ferreira também foi morto por Fleury no ano seguinte. Os militantes mais atuantes em São Paulo eram Yuri Xavier Ferreira, Ana Maria Nacinovic Correa, Marco Antonio Valmont e Gian Mercer, que continuaram fazendo panfletagem contra a ditadura, até meados de 1972, quando também foram mortos numa emboscada no bairro paulistano da Mooca, ao saírem do restaurante Varela. Dezoito de seus militantes foram mortos e cinco foram considerados desaparecidos. O último líder da ALN foi Carlos Eugênio Sarmento da Paz, que sobreviveu auto exilando-se na França, voltando ao Brasil após a anistia.

Morte
A conexão de Marighella com os frades Dominicanos no bairro Perdizes em São Paulo era conhecida por agentes norte-americanos desde dezembro de 1968, informada pelo frei Edson Braga de Souza.[12]

Em uma emboscada[13] preparada contra Marighella, foram detidos Tito e seus amigos de convento (exceto Frei Oswaldo). Frei Fernando foi obrigado a combinar um encontro com Marighella. Eles tinham um código que auxiliou na emboscada: "Aqui é o Ernesto, vou à gráfica hoje". O encontro foi marcado na Alameda Casa Branca, uma rua próxima ao centro da cidade de São Paulo.

No dia do encontro, havia uma caminhonete com policiais e um automóvel, com supostos namorados (onde Fleury disfarçou-se), além do fusca com Fernando e Ivo.

Ao chegar na Alameda, às 20h00, dirigiu-se ao Fusca e entrou na parte traseira. Frei Ives e Fernando saíram rapidamente do carro e se jogaram no chão. Percebendo a emboscada, imediatamente reagiu à prisão e foi morto. Marighella seguiu as normas de seu manual. Portava um revólver e levava duas cápsulas de cianureto.

Além de Marighella, outras três pessoas foram atingidas durante o tiroteio:

Estela Borges Morato, investigadora do DOPS, morta.[14]
Friederich Adolf Rohmann, protético que passava pelo local, morto.
Rubens Tucunduva, delegado envolvido na emboscada, ficou ferido gravemente
Anistia póstuma
Em 1996, o Ministério da Justiça reconheceu a responsabilidade do Estado pela sua morte; em 7 de março de 2008 foi decidido que sua companheira Clara Charf deveria receber pensão vitalícia do governo brasileiro[15] apesar de a família de Marighella não ter solicitado reparação econômica, apenas o reconhecimento da perseguição ao militante.[16]

Em 2012, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, oficializou a anistia post mortem de Marighella.[17]


PORTARIA N 2.780, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2012

O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições legais, com fulcro no artigo 10 da Lei nº 10.559, de 13 de novembro de 2002, publicada no Diário Oficial de 14 de novembro de 2002 e considerando o resultado do julgamento proferido pela Comissão de Anistia na 6ª Sessão de Julgamento da Caravana de Anistia, na cidade de Salvador / BA, realizada no dia 05 de dezembro de 2011, no Requerimento de Anistia nº 2011.01.70225, resolve: Declarar CARLOS MARIGHELLA filho de MARIA RITA DO NASCIMENTO MARIGHELLA, anistiado político "post mortem", nos termos do artigo 1º, inciso I, da Lei nº 10.559, de 13 de novembro de 2002.

JOSÉ EDUARDO CARDOZO


Em novembro de 2013, a Comissão da Verdade realizou ato em homenagem ao aniversário de 44 anos da morte de Marighella. O tributo foi na alameda Casa Branca e contou com a presença da viúva do guerrilheiro, Clara Charf. Ela considerou o tributo importante para conscientizar as pessoas do que houve naquela rua, onde seu marido fora assassinado.[18]

Escritos
Poesias
Marighella escrevia poesias e, aos 21 anos, durante as aulas de engenharia divertia professores e colegas fazendo provas em verso. Da mesma forma, compôs em versos ataques ao interventor baiano Juracy Magalhães, fato que lhe valeu sua primeira prisão, seguida de tortura, em 1932. Ainda na prisão, desta feita em 1939,[nota 1] ele compôs o poema "Liberdade"[19]

"(...)E que eu por ti, se torturado for,
possa feliz, indiferente à dor,
morrer sorrindo a murmurar teu nome.".[20]
Sua obra poética está reunida no livro Rondó da Liberdade.

Minimanual do Guerrilheiro Urbano
Uma das mais divulgadas obras de Marighella, o Minimanual do Guerrilheiro Urbano foi escrito em junho de 1969, para servir de orientação aos movimentos revolucionários.[21] Circulou em versões mimeografadas e fotocopiadas, algumas diferentes entre si, sem que se possa apontar qual é a original. Nesta obra, detalhou táticas de guerrilha urbana a serem empregadas nas lutas contra governos ditatoriais.

A crise brasileira
Trabalho teórico no qual analisa a conjuntura nacional a partir da estrutura de classes do Brasil e critica o PCB por resguardar-se de qualquer atividade consequente, acomodado na ideia de um processo eleitoral limpo, e, ao mesmo tempo, refratário ao divórcio da chamada "burguesia".

Outros escritos políticos
Alguns escritos políticos de Marighella, embora redigidos por ele em português, ganharam primeiro uma edição em outra língua, devido à censura imposta a obras do gênero pelo regime militar brasileiro. É o caso de Pela Libertação do Brasil, que, em 1970, ganhou uma versão na França financiada por grupos marxistas.

Estão disponíveis em português: Alguns Aspectos da Renda da Terra no Brasil (1958), Algumas Questões Sobre as Guerrilhas no Brasil (1967) e Chamamento ao Povo Brasileiro (1968).

Filmografia
Marighella (Brasil, 2012, 100 min) - Direção: Isa Grinspum Ferraz[22].
Marighela, retrato falado do guerrilheiro (Brasil, 2001, 55 min) - Direção: Sílvio Tendler[23][24].
É Preciso Não Ter Medo - Relatos de Carlos Marighella (Brasil, 32 min) Direção: Silvia Melo e Tayra Vasconcelos
Batismo de Sangue (Brasil, 2006, 110 min) - Direção: Helvécio Ratton[25].
Marighella (2019), filme dirigido por Wagner Moura.

Sandra Annenberg

Sandra Annenberg (born 5 June 1968, in São Paulo) is a Brazilian newscaster.[1] Since 1982, Sandra has worked for Globo TV, the largest commercial TV network in Brazil, with over 150 million Portuguese speaking viewers in more than 130 countries.

Sandra is the anchor and executive editor for the “Jornal Hoje” (“Newspaper Today”) lunchtime news, the second most viewed news bulletin in Brazil.

After a well succeeded early career as an actress, she went back to college for a Journalism degree at Faculdades Metropolitanas Unidas, FMU, in São Paulo.

She has been assigned to cover many important national and international events like FIFA’s World Cups in Germany-2006, South Africa-2010, Brazil-2014 and Russia-2018. She also covered the Atlanta-96 Olympic Games.

Awarded best anchorwoman in Brazil several times, she is nationally recognized as one of the main TV journalists in the country.
TV news
São Paulo Já (1991-1993);
Fantástico (1993-1996);
SPTV 1ª Edição (1996-1997 and 2001-2003);
Jornal da Globo (1997-1998);
Jornal Nacional (1998);
Jornal Hoje (1998-1999 and 2003-2019);
Como Será? (since 2014);
London Correspondent, from 2000 to 2002
As a relief presenter
Fantástico (1997-1999);
Jornal da Globo (1991-1996 and 1999-2000);
Jornal Nacional (1996-2000, 2002-2011 and since 2013)
Jornal Hoje (since 2013)

Dont Call Me Angel

"Don't Call Me Angel", officially "Don't Call Me Angel (Charlie's Angels)", is a song by American singers Ariana Grande, Miley Cyrus and Lana Del Rey. It was released on September 13, 2019, by Republic Records, as the lead single from the soundtrack to the 2019 movie Charlie's Angels
Background
On June 27, 2019, it was announced that Grande, Cyrus and Del Rey had collaborated for the theme song of the 2019 film Charlie's Angels.[2] The song was written by Alma-Sofia Miettinen, Grande, Ilya Salmanzadeh, Del Rey, Max Martin, Cyrus and Savan Kotecha.

Music video
Filmed in July 2019 and directed by Hannah Lux Davis, the music video and the song were both released on September 13, 2019. The popular filming location Villa de Leon was used for the video, its recognizable grand staircase, interior decorative iron grill doors, foyer, and exterior balustrades making their appearances. The ending featured Elizabeth Banks reprising her role as Susan Bosley from the film.[3][4]

Credits and personnel
Credits adapted from Tidal.[5]

Ariana Grande – vocals, songwriting
Miley Cyrus – vocals, songwriting
Lana Del Rey – vocals, songwriting
Ilya – production, songwriting, bass, drums, keyboards
Max Martin – production, songwriting, bass, drums, keyboards
Alma – songwriting
Savan Kotecha – songwriting
Cory Bice – record engineering
Jeremy Lertola – record engineering
Sam Holland – record engineering
John Hanes – mixing engineering
Serban Ghenea – mixing

INTI

INTI International University & Colleges are private university colleges located in Malaysia. The main campus was initially known as INTI University College until 31 May 2010 when the Higher Education Ministry announced its upgrade to university status. It is owned by INTI Education Group which has formalised its partnership with Laureate International Universities in 2008.
History
The college was opened in 1986 in Bangunan Sim Lim, Brickfields, Kuala Lumpur. The college only enrolled 37 students at its inception, but the student population increased to 400 within 18 months. Enrolment continues to increase, leading the college to be re-located to Jalan Sungai Besi, Kuala Lumpur in 1989.

Two years later, with more than 900 full-time students, the college established a permanent campus: INTI College Subang Jaya (ICSJ). It also opened branch campuses in Kuching, Sarawak in 1991; and Kota Kinabalu, Sabah branch in 1996.

INTI College Malaysia's (ICM) main campus was established on 82 acres (330,000 m2) of land in Putra Nilai in 1998. In March 2000, INTI acquired International College Penang which is located in the Bukit Jambul education township. In 2004, INTI continued to expand with three new associate campuses: Genting INTI International College, Metropolitan College and PJ College of Art & Design. To date, INTI has six associate campuses in Malaysia.

On 4 September 2006, ICM received the Ministry of Higher Education approval for upgrade to university college status. ICM became INTI University College (INTI UC).

In 2008, INTI merged with Laureate International Universities to be a Laureate International Education Group member.

In 31 May 2010, the Ministry of Higher Education upgraded INTI University College to the status of a University able to confer its own degrees - INTI International University.

On 1 June 2010, INTI UC received its upgrades to a full university from Higher Education Minister Datuk Seri Mohamed Khaled Nordin. Its student population was 300 at this time.

Campuses
INTI International University & Colleges have six campuses across Malaysia.[3]

INTI International University
INTI International College Subang
INTI International College Kuala Lumpur
INTI International College Penang
INTI College Sabah
INTI College Nilai
Academic Programmes
The university and colleges are divided into faculties, each has its own pre-university, diploma and degree programmes.[4]

American University Program
Arts & Design
Biotechnology & Life Sciences
Business
Computing & IT
Engineering
Health Sciences
Hospitality & Culinary Arts
Intensive English Programme
INTI Programmes for Working Professionals
Laureate English Programme (LEP)
Law
Mass Communication
Postgraduate Studies
Pre-University Programmes
Social Science
Transportation
INTI International University provides charged bus services for students and staffs to travel to different destinations according to the bus schedule they have prepared. Students and staffs can likewise utilize the bus to travel to the Nilai Komuter station. Additionally, they also provide shuttle bus service to INTI International College Subang.

Area metropolitana

Un área o zona metropolitana es una región urbana que engloba una ciudad central (la metropolí) que da nombre al área y una serie de ciudades que pueden funcionar como ciudades dormitorio, industriales, comerciales y servicios. También se conoce como red urbana.

El concepto de área metropolitana es indispensable para comprender la realidad urbana de nuestro tiempo: se trata de un fenómeno que principalmente se desarrolla a partir del siglo XIX, relacionado en sus inicios con la Revolución Industrial y que, sobre todo, a final del siglo XX afecta a la mayoría de las ciudades grandes y medias, ya no sólo producido por el desarrollo económico y desarrollo social en los países desarrollados, sino también, debido a las altas tasas de crecimiento demográfico, en los países emergentes y del Tercer mundo. La mera observación del entorno periférico de ciudades como Granada lo manifiestan de un modo evidente, mediante la evolución de las comunicaciones, la proliferación de nuevas actividades, la expansión urbanística y, a nivel social, con la ubicación indistinta de todos los estratos sociales en todo el área, como domicilio habitual.

Las áreas metropolitanas constituyen los polos básicos del sistema de ciudades. De acuerdo con el perfil teórico, funcionan como verdaderos centros de innovación, cultural, social y demográfica, al mismo tiempo que concentran una gran parte del poder económico, y en ellas radican importantes centros de decisión que –de un modo u otro– influyen en los diversos componentes del sistema de ciudades inserto en su área de influencia.1​

Hay numerosos ejemplos de áreas metropolitanas en el mundo:

En América del Sur: Región metropolitana de São Paulo, Gran Buenos Aires, Región Metropolitana de Río de Janeiro, Lima Metropolitana, Área metropolitana de Bogotá, Gran Santiago (Chile), Belo Horizonte, Gran Caracas, Área metropolitana del Valle de Aburrá (Medellín), Guayaquil, el Distrito Metropolitano de Quito, el Gran Santo Domingo de la República Dominicana, Área Metropolitana de Cali, Gran Concepción, Gran Valparaíso, Asunción, Montevideo, entre las más pobladas y extensas.

En América del Norte y América Central: Zona metropolitana del valle de México, Área metropolitana de Boston, Área metropolitana de Houston, Área metropolitana de San Diego, Área metropolitana de Miami, Área metropolitana de Toronto, Área metropolitana de Vancouver, Área metropolitana de Montreal, Área metropolitana de Denver, Área metropolitana de Nueva York, Gran Los Ángeles, Gran Área Metropolitana (Costa Rica), Área metropolitana de Guatemala, de Chicago, Dallas-fort Worth.

En Europa, algunas de las mayores son las de Londres, París, Moscú, Área Metropolitana del Rhur, Madrid, Milán, Barcelona, Berlín, Atenas, Roma, Hamburgo, Fránkfurt del Meno, Viena, Ámsterdam, Kiev, y Lisboa.

En Oceanía: Sídney, Melbourne, Brisbane y Adelaida son las principales metrópolis.

En Asia: Área del Gran Tokio, Osaka, Pekín, Shanghái, Hong Kong, Bangkok, Singapur, Yakarta, Bombay, Nueva Delhi, Karachi, Teherán, Damasco, Jerusalén, Dubái o Beirut.
Diferentes modelos de organización urbana
El concepto central que diferencia el concepto "área metropolitana" de otras organizaciones demográficas se encuentra en el enfoque que se le dé a esa agrupación. Bien sea la idea de un sistema radial, centralizado con una ciudad principal, cuyo tamaño está generalmente definido por las correspondientes administraciones, y con grandes densidades de población –área metropolitana–. O bien la consideración del núcleo urbano como la suma de una o más ciudades principales que a su vez pueden tener sus correspondientes áreas metropolitanas, y que, debido al crecimiento de éstas, han llegado a fusionarse en una agrupación superior –conurbación–. En ciertos casos de este segundo modelo, la extensión física y la población serían enormes, formando espacios urbanos de decenas de millones de habitantes que agruparían ciudades ya de por sí grandes y conformando megalópolis. En la práctica, los conceptos: metrópolis, área metropolitana, conurbación, megalópolis y otros más generales pueden referirse a la misma cosa, pero fijándoles previamente las cualidades o variables que deseamos incluir en el espacio geográfico, siendo típicas la proximidad o la densidad de población, pero no definitivas.

El pensamiento sociológico sobre la sociedad urbana es enriquecedor: considérese ya sea el de los mismos sociólogos (Alain Touraine en La transformación de las metrópolis) o el de los cineastas (Fritz Lang en Metrópolis) o el de los especialistas en ecología humana (Amos H. Hawley en La estructura de los sistemas sociales, un clásico).

Finalmente, el desarrollo de muchas áreas rurales con miles de casas unifamiliares, carreteras en vez de calles, numerosas urbanizaciones, espacios verdes por todos los sitios en vez de parques y una extensión de decenas de kilómetros cuadrados, ha construido un nuevo concepto de ciudad que ya no tiene mucho que ver con la ciudad típica, pues presenta infraestructuras muy caras debido a su baja densidad y gran extensión, pero una calidad de vida superior. Existe entonces una gran preocupación y dedicación por parte del municipio por la definición de prioridades y por su dotación presupuestaria. El estudio de las prioridades sociales como índices, que componen indicadores sociales de desarrollo regional, que es el objetivo final de tales planes regionales, merece un tratamiento independiente. Aunque no sea el único tema, merecen un lugar destacado el transporte, los medios de comunicación, la educación, la salud y, claro está, el trabajo y de todo esto debe de ser dotada el área. Hay proyectos en marcha, bien documentados, de esta nueva condición humana para las preguntas y las respuestas nuevas.

Áreas Urbanas Funcionales (AUF)
Para los fines del proyecto Urban Audit se definen, para las principales ciudades europeas, sus áreas metropolitanas de influencia, conocidas como Áreas Urbanas Funcionales (AUF). Cada AUF consiste en una ciudad y los municipios que forman su entorno funcional, concretamente de influencia laboral. El objetivo es disponer de un área con una parte significativa de población ocupada residente que se desplaza a trabajar a la ciudad objeto de estudio. Un municipio pertenece al AUF de una ciudad si el 15% o más de su población ocupada se desplaza a esa ciudad por motivos de trabajo. En 2014, las AUF con mayor población [de España] fueron las de Madrid (con cerca de 6,53 millones de personas) y Barcelona (con 4,89 millones). Por su parte, las de Valencia, Sevilla y Bilbao contaban con más de un millón de personas cada una
Del Mundo: Anexo:Áreas metropolitanas por población
De América: Anexo:Áreas metropolitanas de América
Anexo:Aglomerados urbanos de Argentina
Anexo:Regiones metropolitanas del Brasil por población
Anexo:Áreas metropolitanas de Colombia
Anexo:Áreas metropolitanas de Estados Unidos
Áreas metropolitanas del Perú
Áreas metropolitanas de México
Anexo:Áreas metropolitanas de Venezuela por población
De Asia:
Anexo:Áreas metropolitanas de Japón
De Europa:
Áreas metropolitanas de la Unión Europea
Anexo:Áreas metropolitanas de España
Véase también
Área Estadística Micropolitana
Aglomeración urbana
Conurbación
Megalópolis
Planificación estratégica urbana
Anexo:Áreas metropolitanas por población estimada en 2005
Áreas metropolitanas de Brasil
Áreas metropolitanas de Chile
Áreas metropolitanas de Colombia
Áreas metropolitanas de España
Áreas metropolitanas de México
Áreas metropolitanas del Perú
Áreas metropolitanas de Venezuela

Miguel del Sel

Miguel Ignacio Torres del Sel (Santa Fe, 3 de julio de 1957) es un humorista, actor, político y productor pecuario argentino. En la actualidad es militante del PRO, partido político de Mauricio Macri, habiendo sido dos veces candidato a gobernador por la provincia de Santa Fe en 2011 y 2015 y ubicándose en ambas en segundo lugar por un estrecho margen. Entre diciembre de 2013 y febrero de 2015 fue diputado de la Nación Argentina. El 17 de diciembre de 2015, fue designado por Mauricio Macri como Embajador de Argentina en Panamá, cargo al que renunció el 12 de abril de 2017 para continuar su carrera como actor humorista relanzando su obra teatral "Midachi", junto a Dady Brieva y Chino Volpato.
Biografía
Nació en el Barrio Sur de la ciudad de Santa Fe, capital de la provincia de Santa Fe, el 3 de julio de 1957. De chico no le interesaba mucho la actuación, ya que quería ser jugador de fútbol. Su padre de pequeño lo llevaba a la cancha y se hizo hincha fanático del Club Atlético Unión.

Realizó sus estudios primarios en el Colegio San Cayetano, ubicado en avenida Juan José Paso 3150 del Barrio Sur, el mismo donde vivió toda su infancia.

Cursó sus estudios secundarios en la Escuela de Comercio Domingo G. Silva y luego comenzó sus estudios terciarios en el Instituto Santafesino de Educación Física (ISEF), donde se recibió, 4 años después, de profesor de Educación Física.

Carrera como actor
Historia de Midachi
Miguel del Sel y Darío Chino Volpato, quienes se hicieron amigos y formaron un dúo mientras estudiaban Educación Física, conocieron a Dady Brieva. Luego de presentarse propusieron realizar una reunión en la casa de Dady, que resultó estar a la vuelta de la propiedad en la que vivía Del Sel.

El 16 de julio de 1983 en esa casa, ubicada en Primero de Mayo de 3100, en Santa Fe, se constituyó el trío Midachi.

A partir de ese mismo año comenzaron a realizar shows en peñas, eventos, cenas a beneficio y fiestas particulares. Desde su creación recorrieron la provincia de Santa Fe junto a su presentador y amigo Raúl Oreja Fernández.

Viajábamos 5 en un Renault 12, actuábamos en pueblos como Monte Vera, Sarmiento, Humboldt. Era todo muy artesanal, las pelucas eran de una amiga de la mamá de Miguel, el poncho de Mercedes Sosa, prestado; y el Chino tenía una guitarra, y pará de contar.

Oreja Fernández
El trío fue creciendo y con el tiempo alcanzaría fama en el país. El 15 de noviembre de 1984 se presentaron en Villa Carlos Paz y logran buenos resultados de taquilla. Ese mismo año le proponen hacer una gira latina y centroamericana, que abarcaba Venezuela, Cuba, Perú y Chile. A partir de allí y hasta 1989, fecha del primer show en Teatro Ópera de Buenos Aires, el grupo recorrió varias veces el país en diversas giras. Durante ese período lograron también mostrarse internacionalmente en giras que incluyeron Colombia, Estados Unidos, Uruguay, Paraguay, Cuba, República Dominicana, Venezuela, Puerto Rico y Chile.

En 1995 el grupo se disolvió y cada uno de sus integrantes desarrolló una exitosa carrera en forma independiente en cine, teatro y televisión.

En el año 2000, luego de estar 5 años separados, volvieron con Midachi, el regreso del humor. En 2003, Midachi, 20 años no es nada. En 2006, se presentó Midachi en cinta, en el Teatro Ópera de la ciudad de Buenos Aires, show que solo presentaron en Capital Federal. En 2008 presentaron Midachi de película, que se extendió hasta 2010 y donde realizaron una gira por todo el país.

A mediados de 2010 mostraron su último espectáculo, Midachi Circus, que estuvo en cartelera hasta mayo de 2011 por la candidatura de Miguel Del Sel a gobernador de Santa Fe.

El famoso grupo humorístico ha logrado grandes récords como 53 shows en el Gran Rex, superando a David Copperfield y Sandro, además suma una convocatoria de 4.500.000 espectadores aproximadamente durante su carrera.[cita requerida]

Trayectoria artística
Cine
Siempre es difícil volver a casa (1992)
La herencia del tío Pepe (1998)
Midachi, el regreso del humor (2000)
Midachi, veinte años no es nada (2003)
Mi papá es un zapato (2005)
Isidoro: La película (2007)
Midachi
1983: Tomo I
1991: Tomo II
1993: Tomo III
1995: Tomo IV
2000: El regreso del humor
2003: 20 Años no es nada
2006: En cinta
2008: De película
2010: Circus
Televisión
1995-2000: La movida del Verano (Telefe).
1996: Videomatch (Telefé).
1996: Trucholandia (Telefé).
1998: Rompeportones (El Trece).
1999-2000: Totalmente (Azul Televisión).
2001: Totalmente remixado (Azul Televisión).
2004: Dimamitados (televisión de Miami).
2006: Midachi TV (Canal 13).
2008-2011: Susana Giménez (en Telefé), con el personaje de La Tota.
Discografía
1995: Todo o nada, de la empresa discográfica EMI Odeón
????: "Miguel del Sel 2", de la empresa discográfica Distribuidora Belgrano Norte
Carrera política
Candidato de Macri
En diciembre de 2010, Mauricio Macri le ofreció a Del Sel postularse como candidato a gobernador de la provincia de Santa Fe por el PRO. Miguel pidió tiempo para meditarlo y tras analizarlo; el 23 de febrero de 2011 aceptó el ofrecimiento a candidatearse para gobernador y lo anunció en una conferencia de prensa.1​

Su amigo de la adolescencia, Raúl Oreja Fernández, que había sido mánager de Midachi, se ocupó de la campaña junto a otras tres amistades del humorista: Juanchi Guadarrama, Adrián Ati Aranda y Teté Alessio.

Elecciones
Artículo principal: Elecciones provinciales de Santa Fe de 2015
El 19 de abril de 2015, Miguel del Del se presentó como precandidato a gobernador de la provincia de Santa Fe en las PASO (elecciones primarias abiertas simultáneas y obligatorias). Salió en primer lugar con el 32,2 % de votos.2​

Actualmente es presidente del PRO Santa Fe. Del Sel es también «honorario» de la Fundación Pensar Santa Fe; institución que funciona como «usina de ideas» del PRO. En medio de la campaña del Sel fue demandado por ante el Instituto Nacional contra la Discriminación, la Xenofobia y el Racismo por los comentarios sexistas, los insultos y apodos racistas en un video de campaña.3​

El 14 de junio de 2015, perdió las elecciones, quedando en segundo lugar en la elección definitiva con 1.496 votos de diferencia4​ con el socialista Miguel Lifschitz, sin embargo a pesar de la derrota del Sel se negó a reconocer los resultados.5​

Proyectos de ley
Como diputado nacional, formó parte de las comisiones de Agricultura y Ganadería; Discapacidad; Cultura, y Prevención de Adicciones y Narcotráfico. Presentó más de veinte proyectos de ley e iniciativas.6​

Propuso federalizar la Orquesta Sinfónica Nacional, para que se establezca un esquema con presentaciones en todo el país. Del Sel explicó:

La orquesta un orgullo argentino, sus músicos han sido premiados a lo largo de la historia en los cinco continentes. Es justo que los ciudadanos de toda la Nación, tengan acceso a deleitarse con su talento. Proponemos hacer llegar el esplendor de la Sinfónica Nacional a toda la audiencia del país y de forma equitativa.

Miguel Torres7​
Además, impulsó la creación del Registro Nacional de Entidades Receptoras de Donaciones Alimenticias,8​ donde se deberán registrar las instituciones públicas o privadas de bien público que donen alimentos para la nutrición y alimentación de los sectores más desprotegidos del país.

Embajador en Panamá
En diciembre de 2015, el presidente Mauricio Macri le ofreció ser el Embajador de Argentina en Panamá, lo cual confirmó en el programa televisivo de Susana Giménez mientras se entrevistaban con la conductora Macri y parte de su equipo. En aquel puesto había sido nombrado Enrique Vaca Narvaja por la presidenta Cristina Fernández.9​ Semanas después se destapó el caso Panamá Papers destapó lo que políticos, empresarios con cuentas en sociedades offshores en paraísos fiscales como Panamá, donde figuran varias firmas de Mauricio Macri. "He estado escuchando, aprendiendo" agregó.10​ El 12 de abril de 2017 abandonó el cargo para volver a dedicarse a la actuación.

Causas judiciales
Actualmente esta siendo investigado por presuntas irregularidades en el financiamiento de partidos políticos en 2012. En la misma causa ratificada por la Corte Suprema de Justicia en junio de 2017, también involucra al intendente por el Pro de la localidad santafesina de Funes, Diego Omar León Barreto.

La causa gira en torno a que las autoridades del PRO en Santa Fe están acusadas de "no poder acreditar debidamente el origen y/o destino de los fondos recibidos" como parte del financiamiento Según la investigación, los referentes del PRO santafesino no pudieron justificar el origen y destino de unos 300 mil pesos. 11​

En julio de 2018 el juez juez federal de Santa Fe, Reinaldo Rodríguez, lo encontró culpable de los hechos denunciados y lo condenó a no poder ejercer cargos públicos.12​

Polémicas
Los negritos
En su discurso de presentación como candidato declaró ―refiriéndose a los niños de bajos recursos―: «Voy a tratar de que haya cloacas, de que los negritos se puedan bañar».13​A raíz de esta declaración fue denunciado ante el Inadi (Instituto Nacional contra la Discriminación, la Xenofobia y el Racismo).14​

Sin embargo, el presidente del Inadi, Claudio Morgado, afirmó: «No hay que exagerar ni ser un fundamentalista con estos temas», y argumentó que Del Sel no había realizado los dichos de manera despectiva.15​

Fue denunciado además de incurrir en apología del delito y propagandizar estereotipos discriminatorios contra las mujeres y también contra las travestis.16​ La asociación Defensa de la Cultura Indígena (DECUIND), de Comodoro Rivadavia, presentó en 2013 una denuncia contra Del Sel, luego de que este degradara y se burlara de apellidos indígenas.17​

Lole Reutemann
Luego, en otra entrevista, el candidato de Propuesta Republicana afirmó que el Lole Reutemann apoyaría su postulación,18​ pero días después el propio Reutemann lo desmintió.19​

Sin embargo, Del Sel después afirmó ―sin aportar pruebas― que Reutemann se encontraría «contento» con su participación.20​

Financiamiento de la campaña con fondos de la Ciudad
En 2016 un informe reveló como varios candidatos famosos de Cambiemos, entre ellos Miguel del Sel, junto Fernando Niembro Martiniano Molina y Diego Valenzuela y el modelo Tomás Dunste cobraban del gobierno de la ciudad cifras que iban de los 80 mil al millón de pesos para su campaña.21​22​

Críticas a la asignación universal por hijo
El 19 de octubre de 2011, Del Sel criticó ―como parte de su campaña contra el Gobierno nacional― la implementación de la asignación universal por hijo, al interpretar que su implementación en todo el país estaba provocando un aumento en los embarazos adolescentes. Afirmó que esos datos se los había dicho el director del hospital de Villa Ocampo (en el norte de la provincia de Santa Fe).

زياد علي

زياد علي محمد